I’ve been down and I’ve been up
More than ever before
Spent half the day running from you
The other waiting by your door
I had the joy of loving you
With every breath and sigh and moan
But came back to the reality
Of knowing I’m still alone
I cursed you out for ignoring me
Like every single one before
But I tasted a glimpse of love
And now I’m gunning for more
Had my heart broken and fixed again
Emptied out and refilled
Heated up to a boil
And cool enough to be chilled
Even though I opened up
There’s a lot more that I hid
No need to worry about me
I’m the fucking comeback kid
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
A Million Hands
A million hands caressed my fall
With songs of love and hope
Filling my soul with a warmth
That makes it easier to cope
With the hard and complex trials
Opening my heart from within
To the paths that await me
And make me live in between
The cracks of an unknown future
Previously full of sorrow
For the first time in forever
I see the sun in my tomorrow
With songs of love and hope
Filling my soul with a warmth
That makes it easier to cope
With the hard and complex trials
Opening my heart from within
To the paths that await me
And make me live in between
The cracks of an unknown future
Previously full of sorrow
For the first time in forever
I see the sun in my tomorrow
domingo, 27 de setembro de 2009
Open Wound
A stream of blood drips on the floor
Straight from my shattered heart
But I won’t allow the wound to close
And let the healing start
I will keep the flow alive
And let my soul wash away
Maybe if I’m dead inside
I can fool the next to stay
Maybe I’m doomed to be the friend
Maybe that’s all she sees
But I’d rather die standing
Than keep living on my knees
Straight from my shattered heart
But I won’t allow the wound to close
And let the healing start
I will keep the flow alive
And let my soul wash away
Maybe if I’m dead inside
I can fool the next to stay
Maybe I’m doomed to be the friend
Maybe that’s all she sees
But I’d rather die standing
Than keep living on my knees
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Too Much?
Would it be too much
If I told you that I like you
For every reason and none at all
Just because it is true?
Would it be too much
I if thought that you like me
For all the reasons you know
And all you can’t wait to see?
Would it be too much
If I said you make me smile
Just because the mere chance
Made me dream for a while?
Would it be too much
If I hoped you felt the same
Through no fault of my own
And only yourself to blame?
I will seal my lips today
And hold on to this thrill
I won’t say too much for now
Maybe someday I will
If I told you that I like you
For every reason and none at all
Just because it is true?
Would it be too much
I if thought that you like me
For all the reasons you know
And all you can’t wait to see?
Would it be too much
If I said you make me smile
Just because the mere chance
Made me dream for a while?
Would it be too much
If I hoped you felt the same
Through no fault of my own
And only yourself to blame?
I will seal my lips today
And hold on to this thrill
I won’t say too much for now
Maybe someday I will
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Estou Farto
Estou farto de estar sozinho. Estou farto de ouvir casais a tentarem-me vender as virtudes de ser solteiro. É como ouvir um milionário a dizer-me que o dinheiro não é tudo.
Estou farto de estar sempre de fora. Estou farto de ser incompreendido. Estou farto de dizer piadas às quais só eu acho piada. Estou farto de que nunca concordem comigo. Estou farto de ser sempre o “outro”.
Estou farto de não ter amor na minha vida. Estou farto de que me digam para esperar pelo momento certo. Estou farto de que me digam que tenho de ser outra pessoa para que gostem de mim. Estou farto de nunca ser o suficiente para motivar sentimentos de incontrolável paixão.
Estou farto de pensar na morte e verificar que ainda não fiz nada. Estou farto de sentir que não causei qualquer impacto no mundo. Estou farto de não ser o primeiro em nenhuma lista.
Estou farto de que me digam que tudo isto é um exagero romântico. Estou farto de que nunca me levem a sério.
Estou farto de ter medo. Estou farto de ter fome. Estou farto de ter nada.
Não quero mais ser confortável.
Estou... estou farto.
Estou farto de estar sempre de fora. Estou farto de ser incompreendido. Estou farto de dizer piadas às quais só eu acho piada. Estou farto de que nunca concordem comigo. Estou farto de ser sempre o “outro”.
Estou farto de não ter amor na minha vida. Estou farto de que me digam para esperar pelo momento certo. Estou farto de que me digam que tenho de ser outra pessoa para que gostem de mim. Estou farto de nunca ser o suficiente para motivar sentimentos de incontrolável paixão.
Estou farto de pensar na morte e verificar que ainda não fiz nada. Estou farto de sentir que não causei qualquer impacto no mundo. Estou farto de não ser o primeiro em nenhuma lista.
Estou farto de que me digam que tudo isto é um exagero romântico. Estou farto de que nunca me levem a sério.
Estou farto de ter medo. Estou farto de ter fome. Estou farto de ter nada.
Não quero mais ser confortável.
Estou... estou farto.
sábado, 27 de junho de 2009
The Void
I have fulfilled all my dreams
And yet I remain blue
No amount of song and praise
Can fill the void of you
Surrounded by minds of brilliance
I give none its worthy due
Because no amount of friendship
Can fill the void of you
I feel hope in my horizon
My career is coming through
But no amount of wealth and pride
Can fill the void of you
I'm a waste of happiness
That much I say is true
Feels like only pain and tears
Can fill the void of you
And yet I remain blue
No amount of song and praise
Can fill the void of you
Surrounded by minds of brilliance
I give none its worthy due
Because no amount of friendship
Can fill the void of you
I feel hope in my horizon
My career is coming through
But no amount of wealth and pride
Can fill the void of you
I'm a waste of happiness
That much I say is true
Feels like only pain and tears
Can fill the void of you
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Carta de Amor
(coluna escrita para o jornal Mundo Universitário)
Adoro escrever. Quando uma frase verdadeiramente bem escrita aparece na página branca que antes ocupava o ecrã do meu computador sinto-me com o poder de fazer magia. Odeio escrever. Nunca me sinto tão desesperado do que quando passo seis meses a olhar para uma página branca.
Quando me foi pedido para escrever esta coluna, fiquei vários dias a procurar uma forma perfeita de descrever o amor que sinto pela escrita e senti-me, invariavelmente, perdido em contradições. Eventualmente percebi que era exactamente essa a razão porque a escrita é – e será sempre – o meu primeiro e mais honesto amor.
Não é fácil ser um perfeccionista. Não é fácil rejeitar as constantes ofertas que o Universo te oferece por não serem o quadro perfeito que tinhas imaginado. Não é fácil rejeitar amor por medo de ser rejeitado. Não me é fácil viver. Mas quando escrevo... bem, aí tudo parece fazer sentido. Escrever é uma forma de construir um mundo perfeito. Um mundo onde todas as personagens se comportam exactamente como tu queres. Um mundo onde governas como Deus. Um mundo em que... bem, continuo a ser rejeitado...
O meu livro chama-se “Escolhas”. É sobre um rapaz que é raptado por um “serial killer”. É sobre tortura – física e emocional. É sobre solidão, depressão e humor. É sobre as escolhas que tomamos na nossa vida e até que ponto é que somos fruto das nossas circunstâncias ou animais de instinto. É sobre o que a minha vida é e o que podia ser. É sobre mim – para o melhor e para o pior.
Saber que outras pessoas estão a ler aquilo que durante tanto tempo só viveu no meu complicado cérebro, enche-me de vida como nada antes me encheu. É por isso que quando escrevo capítulos inteiros dedicados ao modo como é agradável o cheiro a sangue borbulhante acabado de jorrar do pescoço inocente de uma vítima apanhada de surpresa pela sede de matar, no fundo – ali bem, bem no fundo – estou a escrever uma carta de amor.
Adoro escrever. Quando uma frase verdadeiramente bem escrita aparece na página branca que antes ocupava o ecrã do meu computador sinto-me com o poder de fazer magia. Odeio escrever. Nunca me sinto tão desesperado do que quando passo seis meses a olhar para uma página branca.
Quando me foi pedido para escrever esta coluna, fiquei vários dias a procurar uma forma perfeita de descrever o amor que sinto pela escrita e senti-me, invariavelmente, perdido em contradições. Eventualmente percebi que era exactamente essa a razão porque a escrita é – e será sempre – o meu primeiro e mais honesto amor.
Não é fácil ser um perfeccionista. Não é fácil rejeitar as constantes ofertas que o Universo te oferece por não serem o quadro perfeito que tinhas imaginado. Não é fácil rejeitar amor por medo de ser rejeitado. Não me é fácil viver. Mas quando escrevo... bem, aí tudo parece fazer sentido. Escrever é uma forma de construir um mundo perfeito. Um mundo onde todas as personagens se comportam exactamente como tu queres. Um mundo onde governas como Deus. Um mundo em que... bem, continuo a ser rejeitado...
O meu livro chama-se “Escolhas”. É sobre um rapaz que é raptado por um “serial killer”. É sobre tortura – física e emocional. É sobre solidão, depressão e humor. É sobre as escolhas que tomamos na nossa vida e até que ponto é que somos fruto das nossas circunstâncias ou animais de instinto. É sobre o que a minha vida é e o que podia ser. É sobre mim – para o melhor e para o pior.
Saber que outras pessoas estão a ler aquilo que durante tanto tempo só viveu no meu complicado cérebro, enche-me de vida como nada antes me encheu. É por isso que quando escrevo capítulos inteiros dedicados ao modo como é agradável o cheiro a sangue borbulhante acabado de jorrar do pescoço inocente de uma vítima apanhada de surpresa pela sede de matar, no fundo – ali bem, bem no fundo – estou a escrever uma carta de amor.
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